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quinta-feira, março 31, 2011

Reflexão

Eu aprendi que palavras tem força...

e pensamentos exercem atração

sonhos nunca são bobagens

mas algumas vezes nos fazem esquecer de colocar os pés no chão...

momentos são fugazes, inclusive os mais intensos,

mas a vivência contínua deles se incorpora na gente.

Aprendi que amar não é estar perto e nem possuir alguém

mas antes de tudo respeitar a individualidade do outro e a nossa própria.

Aprendi que um coração manso é o começo de uma estrada

que nos leva a libertação

e aceitar a vida como ela é não é covardia

mas um ato de reflexão e sabedoria.

domingo, março 20, 2011

To live the life

Living requires strength ...
Wake with the sun rising
feel that energy
open the window
crossing the threshold
... and live the life

that invites us every day
to try new flavors

I love you!

I love you!
always love will you ...
even if tomorrow
the sun does not shine
or there are storm
even tomorrow I will be lost
and
you never find me,
even though life
take me in other directions
or that the horizon change your position
Even if the stars stop shining
or simply life
Let me dwell
I love more than I loved you yesterday
I will always love you ...

terça-feira, março 15, 2011

Reflexão

Viver requer intensidade...
acordar com o sol nascendo
sentir aquela energia
abrir a janela
cruzar a porta
...e viver a vida

que nos convida todos os dias
a experimentar novos sabores

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

El amor

El amor és como una canción
que viene en una noche tranquila de invierno
y callienta el corazón
y toca el alma
y logo no hay más silencio
y logo no hay más frio

domingo, fevereiro 20, 2011

Sorriso

O sorriso, é realmente algo caro
que apesar de tudo, não é comprado
é algo com tanta beleza
que pode expressar tanta...
tanta ternura!
Para sorrir
não basta apenas
contrair a face
com um gesto de alegria,
o sorriso tem que espelhar a alma
mostrar o interior
que tem que ser visto gratuitamente
a vida para ter sentido...
não precisa apenas de seriedade...
também precisa de sorrisos.

Alma de poeta

Odeio a ignorãncia da minha alma
e essa maldita ilusão...
que deveras me toma,
odeio e abomino
esse céu estrelado
que alimenta os apaixonados
e que minha alma constantemente procura...
Esse meigo capricho que persegue...
isso que chamam de "amor"

O amor é uma utopia
inventada pelo coração
quando a razão não estava

atinge apenas aqueles que não têm autodomínio
e a força...
necessária para viver
sem alma de poeta

O amor é uma rocha

O amor é uma rocha
que se põe em nosso caminho

que separa nosso destino,

que determina a vida:
antes dele,
com ele,
depois dele...

É a rocha que serve

para contruir nossa morada
e para atrapalhar nossa jornada
jornada...
que p0deria ser para um triste fim

o amor é assim...
um punhal que corta
e faz sangrar,
mas que dá vida ao entrar.

Reflexão

A minha inspiração não vem de fora, mas de uma energia insuportável que quando tocada se liberta para o mundo. 22:35 (15.07.2010)

Reflexão

A lua hoje no céu faz um convite importante:

vamos sorrir?

Tudo o que precisamos para sermos felizes, é de um sorriso insistente que brote de dentro da gente.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Esplendor

Ah que esplendor
que são os teus braços fortes!
fortes em força,
fortes em paixão
que belas são tuas mãos
fulgurantes na escuridão
quão imenso é o teu peito
que acalenta o meu corpo
quando estou por um fio de morrer de solidão
Ah... quão belo é o teu sorriso
que enche de flores meu paraíso
que esplendor que há em teu peito...
elo em afagos
cheio de voluptuosos mistérios
que apenas eu conheço...

Declaração


Eu te amo!
sempre te amarei...
mesmo que amanhã
o sol não brilhe,
ou que haja tempestade,
mesmo que amanhã eu me perca
e nunca te ache,
mesmo que a vida
me leve por outros rumos
...ou que o horizonte mude de lugar
mesmo que as estrelas parem de brilhar
ou que simplesmente a vida
deixe de me habitar
amo mais do que ontem eu te amei
sempre te amarei...

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Hoje

Hoje eu queria teu sorriso
teu olhar doce
teu semblante calmo

hoje eu queria me jogar no teu peito
e me proteger de todos os perigos

hoje... eu queria só um abrigo
e ouvir sua voz
falando manso ao meu ouvido

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Barco à vela

ventos do sul levam meu navio
e dentro dele há tanta saudade
suas velas feitas de pura vontade
o vento forte balança...
céus azuis manchados de branco
como numa linda aquarela
toca o mar e meu barco a vela
numa dessas tempestades
monstros, serpentes marinhas
nada há nessa aventura
que não faça parte da alma minha
vento calmo
solidão a vista
vento forte
coração ardendo
navio velejando
nesse mar inconstante de lágrimas salgadas
alma buscando
os tesouros que esperam
em alguma ilha deserta
os ventos me levam em busca
a procura de um coração
que bate em algum lugar
na beira-do-mar
os ventos me levam a encontrar
o porto que me espera
pra de vez em quando ancorar

Combatentes

Dos tantos combates da vida
o mais profundo
é aquele que vem de dentro

vem da alma silenciosa
vem da alma solitária
vem dumas dores profundas
e vem dum tempo inconsumível

de todas as dúvidas da vida
têm aquelas que nos estrangulam madrugada afora
de todos os medos que carregamos por dentro
têm aqueles que paralisam a vida inteira

e não é atoa que vemos muitos
daqueles nossos sonhos lindos e brilhantes
galopantes pela estrada a nos dizer adeus
ai tristes e inconsoláveis
olhamos pra frente com aquela cara
de quem não sabe o que aconteceu

solidão

janela aberta
sala vazia...


pensamentos soltos
alma fria

noite escura
sem magia...

idéia que não quer florescer...
dia que não quer amanhecer...

O tempo que não temos

O tempo que não temos é o tempo que mais queremos.

O ser humano tem dessas coisas... tende a querer aquilo que não pode ter, ou pelo menos não tão facilmente. Os sonhos são mais interessantes não porque são sonhos, mas porque parecem normalmente projeções da nossa mente difíceis de serem transformadas em realidade.


A realidade precisa de tempo... Como chegar até ele? Como se chegar até ele sem se desesperar, sem se as vezes desacreditarmos de tudo e de todos? As vezes o tempo faz com desacreditemos de nós mesmos.

O tempo que não temos, é aquele tempo que poderiamos ver aquela pessoa que amamos e nunca podemos ver, é aquele tempo para escrever umas bobagens, ler umas revistas que separamos há umas semanas atrás e que vão acabando por ficar de canto, é aquele tempo para assistir um filminho velho, dizer alguma coisa pra alguém, gastar tempo com a gente mesmo, fazer uma dieta, correr um pouco, dançar... e quem sabe amar alguém...

FiCa!

tentando andar na linha
sem olhar pra trás
escuto:
"estou indo embora"
fique para trás...
e nessa hora se conhece melhor o amor
na iminência da partida
e resistência a despedida
leia meus sentimentos
um olhar vago permanece a tua procura
um leve perfume
me segue em todos os espaços
um pacto de amor com limites
e depois tudo fica pra trás...
um sopro de vida e alegria
momentos furtados de possibilidades inacreditáveis
desejos invencíveis
torturando a racionalidade latente por se embriagar
no néctar de uma ternura
ternura... que agora não sei como sufocar
indo embora com você
nesse sinal verde
vão junto as idéias loucas
indo embora com você
vai a sensação de primavera
fica o desejo terrível de um grito sufocado:
FICA!!!

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Folha arrancada- Sobre o Tempo

O lado ruim do tempo é a necessidade que sentimos dele, em esticá-lo.
Sofremos por causa do tempo ruim.
Sorrimos por causa do tempo bom.
As vezes desejamos profundamente que instantes pudessem demorar anos...
Outras vezes imploramos (muitas vezes aos prantos) que um ano passe em um instante.
Deus nos deu a noção do tempo... Ele também, refletindo muito (acredito eu), nos retirou o controle sobre ele, pois o homem tem uma forte inclinação para esquecer do outro. Se Ele nos tivesse dado tal poder, muitas coisas andariam descontroladas e desequilibradas, eu própria congelaria para mim as melhores cenas, viveria por mais tempo bons momentos... aprisionaria dentro do coração só os bons sentimentos, e jogaria os maus todos no lixo. Se eu pudesse criaria semprer um porta (e não um túnel) para ter acesso a qualquer momento à todas as coisas que o tempo (esse intrépido combatente) me rouba cinicamente.
Mas eu de vez em quando... brinco de enganá-lo, que boba... é ele que me engana!
Aí eu fico aqui admirada com todas essas pequenas magias da vida, pensasndo na sensação deliciosa de tempos idos... Se eu não posso dominar o tempo que gasto com essas lembranças, será que posso controlar algo mais? Se posso ou não, deixo para depois... prefiro a sensação inquietante da consciência atrevida de de vez em quando perder o controle.

Contemplação

Há um momento que sentimos que tudo foge ao nosso controle, saimos do estado comum e normal de alerta e permitimos deixar livres os pensamentos e sentimentos mais inocentes (e até mesmo perturbadores).
Nesse momento não somos mais o que somos, nos permitimos ser um fragmento inconsciente de existência, qual fossemos uma coisa programada a não se assustar com emoções... elas transcendem os conceitos de lógica, tempo e intuição.
É ai que a grandiosidade das energias tenta agir como força atrativa derradeira... e não nos enxergamos mais seres humanos, mas seres egoístas para realizar a vontade que nem sentimos como vontade, mas como inclinação natural.
Vontade de abraçar, de se jogar em um carinho tão profundo capaz até, se fosse transformado em luz, de iluminar uma cidade grande ... e beijar, nem tem sentido ou significado, quando o desejo real é se misturar, se confundir com aquilo (aquele) que reflete em nosso interior a imagem de nós mesmos... assim a vontade de amar a semelhança que nos agrada, e tornar mais nosso o que contemplamos no outro: a capacidade de nos sentir e nos enxergar, de fornecer o carinho que inocentemente queremos receber.
racionalizem todas as teorias cientificas sobre o amor, paixão, desejo... nada será mais aplicável e considerável do que o conceito de contemplação que experimentam vez ou outra os seres humanos.
De repente mergulhamos numa contemplação tão profunda... que compreende-la é dar permissão para aceitar que somos criaturas contra-lei... contra os códigos que inventamos, contra a moral que sustentamos, e a favor do que reprovamos nos outros, quando se trata de nós mesmos... Nós punimos quem age contra o que nem nós mesmos conseguimos seguir... e somos tão cruéis... que somos capazes de punir a nós mesmos pela atitude que somos capazes de perdoar nos outros... Somos traidores em todos os contextos, tal traimos as expectavivas dos outros quando agimos vislumbrando nossa satisfação... traimos a nós mesmos matando nossas verdades, para sustentar verdadeiras as imposições e realidades criadas pelos outros.
Nessa contemplação, que ora supre o traidor que existe em nós e ora atende o mundo traidor, a vida é uma loteria... nuns momentos uns vencem e experimentam a verdade absoluta entre ato e intenção, noutros vive-se a angustia de agir contra-pensamento ou pensar contra-ato... E desta forma Sheakespeare foi imortalizado traduzindo a eterna questão da alma humana "Ser ou não ser?... eis a questão!"
e disso tudo o mais paralisador é este ato inerte de contemplação.